Encontro no AP defende interação entre polícia e comunidade para minimizar violência

Encontro no AP defende interação entre polícia e comunidade para minimizar violência

Guardas municipais, bombeiros e policiais militares e civis se reúnem nesta segunda-feira (22) para discussão de formas de participação popular no combate a violência no Amapá. O tema é foco principal do 1º Seminário Internacional de Polícia Comunitária que ocorre durante todo o dia, no Museu Sacaca, no bairro Santa Rita, Zona Central de Macapá.

A intenção é capacitar policiais sobre as diretrizes nacionais de polícia comunitária, assinada pelo Estado em março deste ano, que detalha todos os passos de implementação dessa política de segurança nas cidades brasileiras.

Seguindo o exemplo do Japão, o Amapá pensa em implementar uma rede de polícias comunitárias reutilizando as Unidades de Polícias Comunitárias (UPCs) já existentes em Macapá, como explica Marizete Magalhães, coordenadora estadual de segurança comunitária.

"O exemplo do Japão é o Koban, que são bases comunitárias onde o policial militar fica dentro da sua comunidade, ele trabalha lá dentro e conhece todo o bairro. Esse é o maior sistema Koban e que iremos implementar em muitas localidades da capital", detalhou.